Missão Internacional de Tecnologia da CIA 2026
Em outubro de 2026, a CIA realiza uma missão a Portugal, China e Tailândia para conhecer ecossistemas de inteligência artificial, robótica e manufatura.
Em outubro de 2026, a CIA realiza a Missão Internacional de Tecnologia da CIA, uma missão internacional com passagens por Portugal, China e Tailândia. A proposta é simples: conhecer de perto como outros ecossistemas estão aplicando tecnologia ao mundo físico — e trazer esse aprendizado de volta para a nossa operação em João Pessoa.
Por que uma missão internacional
A CIA nasceu no Nordeste brasileiro e desenvolve aqui suas plataformas, sua integração em campo e seu Centro de Operações. Ao mesmo tempo, as tecnologias que usamos — inteligência artificial, visão computacional, robótica, sensores — evoluem em ritmo global. Acompanhar essa evolução apenas à distância tem limites.
Uma missão presencial permite observar soluções em funcionamento, entender os contextos em que elas foram criadas e conversar diretamente com quem constrói e opera essas tecnologias.
O que queremos conhecer
A agenda da missão está organizada em torno de alguns temas:
- Ecossistemas de inteligência artificial — como empresas, centros de pesquisa e ambientes de inovação se organizam para desenvolver e aplicar IA.
- Visão computacional — aplicações em segurança, operações e gestão de ambientes físicos.
- Robótica — plataformas móveis, automação e o caminho entre o protótipo e a aplicação real.
- Obras e condomínios inteligentes — como a tecnologia está sendo incorporada à construção e à gestão de empreendimentos.
- Manufatura — cadeias de produção de equipamentos e componentes, um tema relevante para a evolução do nosso trabalho em robótica.
Bangcoc: conversas de cooperação
Na Tailândia, a missão inclui, em Bangcoc, conversas de cooperação com o ecossistema de inovação local. São conversas exploratórias, sem acordo firmado: o objetivo é conhecer iniciativas, trocar experiências e identificar possibilidades de colaboração. Qualquer desdobramento será comunicado no momento adequado.
Um método para observar
Visitar ecossistemas de tecnologia pode facilmente virar uma sequência de impressões soltas. Para evitar isso, pretendemos levar à missão algumas perguntas práticas, ligadas aos desafios que encontramos na operação — perguntas a investigar, não conclusões prontas:
- O que funciona em campo, e não apenas em demonstração?
- Como as soluções lidam com privacidade, segurança da informação e regulação nos seus próprios contextos?
- O que é transferível para a realidade brasileira — de condomínios, obras e empresas — e o que depende de condições muito diferentes das nossas?
- Que tipo de parceria faz sentido para uma empresa do nosso porte e com o nosso foco?
Nossa intenção é registrar com cuidado o que encontrarmos, para que a viagem se traduza em decisões de produto e de operação.
Do aprendizado ao roadmap
Uma missão só faz sentido se o que é visto volta para o trabalho do dia a dia. Os aprendizados da viagem vão alimentar o roadmap da plataforma da CIA e do Robotics Lab — ajudando a priorizar funcionalidades, avaliar tecnologias e ajustar o desenho das nossas soluções para condomínios, obras e empresas.
Mais informações sobre a missão estão na página Missão 2026. Durante e depois da viagem, pretendemos compartilhar aqui no blog o que aprendemos.
Do Nordeste para o mundo — e de volta
Levar a CIA a outros ecossistemas é também uma forma de mostrar que tecnologia aplicada ao mundo físico pode ser desenvolvida no Nordeste do Brasil. E trazer o que aprendemos lá fora é a forma de fazer essa tecnologia evoluir aqui.
Se você tem interesse nos temas da missão ou quer conversar sobre cooperação, fale com a nossa equipe.